Firewall e Segurança de Rede

Firewall corporativo com proteção até a camada 7

Controle de conexões, firewall transparente em FreeBSD e proteção de aplicações em um projeto integrado de segurança.

Planejamos a arquitetura, as regras e os componentes de inspeção conforme a rede, os serviços e as necessidades da empresa.

Conhecer os serviços

Controle de acesso e segurança de rede para sua operação

Firewall stateful

Regras de acesso e acompanhamento do estado das conexões com PF ou IPFW, conforme a arquitetura definida.

Firewall transparente

Implantação em bridge com FreeBSD para filtrar o tráfego que atravessa o equipamento, preservando o endereçamento da rede quando a topologia permite.

Segmentação de rede

Políticas entre usuários, servidores, visitantes e serviços publicados, com acesso limitado ao necessário.

Proteção de aplicações

Integração com inspeção de protocolos, IDS/IPS, proxy e WAF conforme os serviços que precisam de proteção.

VPN e acesso remoto

Conexões protegidas entre filiais e para usuários autorizados, com políticas de acesso e registros de utilização.

Gestão e monitoramento

Documentação das regras, revisão de acessos, atualizações e análise de eventos conforme o contrato.

Firewall transparente: segurança no caminho do tráfego

O FreeBSD é um sistema da família Unix que permite construir um firewall em modo bridge, na camada 2. O equipamento é inserido entre segmentos da rede e aplica políticas ao tráfego que passa por ele, sem precisar funcionar como um novo roteador.

Quando o desenho da rede permite, preservamos os IPs e o gateway dos dispositivos. A filtragem stateful com PF ou IPFW controla as conexões autorizadas. O projeto também define acesso de gerenciamento, VLANs, capacidade de tráfego e o comportamento em caso de falha.

Rede existente

Preservação do endereçamento após avaliação da topologia e das interfaces.

Bridge com regras

Inspeção e filtragem do tráfego que efetivamente atravessa o firewall.

Operação planejada

Implantação com testes, janela acordada e procedimento de retorno.

Proteção até a camada 7: da conexão à aplicação

A camada 7 trata dos protocolos e aplicações. Um projeto de proteção até essa camada combina o firewall de rede com ferramentas capazes de analisar o uso dos serviços, conforme o tráfego e as regras definidas para a empresa.

Camadas 3 e 4: endereços e conexões

PF ou IPFW aplica regras por origem, destino, portas e estado das conexões. É a base do controle de tráfego.

Camada 7: protocolos e aplicações

IDS/IPS, como Suricata quando compatível com a arquitetura, pode identificar protocolos e detectar ou bloquear padrões de ataque com regras de aplicação.

Web: proxy e WAF

Proxy para políticas de navegação e WAF para aplicações web publicadas complementam a proteção conforme a necessidade do projeto.

Como tratamos o tráfego criptografado: o conteúdo de uma sessão HTTPS não fica visível apenas por atravessar o firewall. A inspeção depende da arquitetura, de terminação TLS ou de inspeção autorizada quando aplicável. O projeto define quais protocolos e aplicações serão inspecionados, as exceções e os impactos de desempenho.

PF e IPFW não fazem, sozinhos, toda a inspeção de camada 7. Os componentes de aplicação são dimensionados em conjunto e podem operar em equipamentos ou serviços complementares.

Projetos conforme a necessidade da empresa

Adicionar proteção à rede existente

Firewall transparente para cenários em que preservar o endereçamento é um requisito.

Conectar filiais e trabalho remoto

VPN integrada às políticas de acesso, separando permissões por perfil e serviço.

Proteger serviços publicados

Revisão da exposição de servidores, regras de entrada e proteção de aplicações web.

Um projeto com regras claras

1

Mapear

Levantar topologia, links, VLANs, aplicações e acessos necessários.

2

Dimensionar

Definir bridge ou roteamento, capacidade, regras e componentes de inspeção.

3

Validar

Testar tráfego permitido e bloqueado, aplicações, desempenho e retorno.

4

Acompanhar

Entregar documentação e estabelecer a rotina de revisão e monitoramento.

Perguntas frequentes

É um equipamento FreeBSD em modo bridge, na camada 2, que filtra o tráfego que atravessa suas interfaces. Conforme a topologia, pode ser inserido sem alterar os IPs e o gateway dos dispositivos.
Nem sempre. O modo transparente pode preservar o roteador e o endereçamento existentes. A viabilidade depende da topologia, das VLANs, do volume de tráfego e dos requisitos de disponibilidade.
Não. Eles fornecem a filtragem de rede e o controle de conexões. A inspeção de aplicações exige componentes complementares, como IDS/IPS, proxy ou WAF, dimensionados conforme o projeto.
Não automaticamente. A criptografia impede a leitura direta do conteúdo. A inspeção depende da arquitetura e de terminação TLS ou inspeção autorizada quando aplicável; protocolos cobertos e exceções são definidos no projeto.
Sim. Acesso remoto, conexão entre filiais, monitoramento e revisão periódica de regras podem fazer parte do escopo contratado.

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